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Fotos: Edy Fernandes
Com o tema “Transporte seguro, cidadão protegido”, o encontro promoveu um debate multissetorial sobre os riscos do transporte clandestino, que hoje se apresenta sob diversas formas, desde veículos de passeio em rodovias até plataformas digitais de ônibus que operam à margem da regulamentação.
Pineschi, que mediou o painel “Segurança em Pauta: A “Roleta Russa” do Clandestino, enfatizou que a responsabilidade do setor transcende as planilhas financeiras. “O valor do que transportamos nos ônibus das empresas associadas à Abrati não pode ser contabilizado em números de passageiros ou de passagens vendidas, nem mesmo pelo faturamento das empresas. Nós transportamos vidas. Precisamos compilar dados e estatísticas para estimular um debate crucial para todo o setor: quais são as medidas e providências a serem tomadas para realmente aumentar a segurança viária de nossos passageiros nas rodovias do Brasil, federais ou estaduais”, destacou a diretora-geral.
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Fotos: Edy Fernandes
“A segurança jurídica e o cumprimento das normas regulatórias são as únicas garantias de que o passageiro não será lesado. O combate ao transporte irregular não é apenas uma questão de fiscalização de rua, mas de aplicação rigorosa da legislação para evitar que a concorrência desleal destrua a sustentabilidade do transporte regular, que é aquele que efetivamente garante a continuidade do serviço e a proteção ao consumidor”, reforçou Unes.Para o presidente da Fetram, Rubens Lessa Carvalho, o sucesso do evento reafirma a necessidade de uma agenda comum entre o setor produtivo e o poder público. “Este seminário não é um encerramento, mas o início de uma mobilização permanente. O transporte clandestino vende uma economia ilusória que, na prática, pode custar a vida do passageiro. Nossa missão aqui foi mostrar que a segurança não aceita improvisos”, afirmou Rubens Lessa.



