Saiu na mídia: Como a reforma tributária pode ajudar na luta contra o transporte clandestino
No artigo assinado pela conselheira da Abrati, Letícia Pineschi, publicado no site JOTA, você confere como a reforma tributária pode ser uma aliada no combate ao transporte clandestino e no fortalecimento das empresas regulares do setor. Por que o ‘ano-teste’ exige ação imediata das empresas regulares e aperta o cerco sobre a informalidade Em janeiro de 2026 entrarão em vigor as etapas inaugurais da reforma tributária do consumo, com a estreia operacional do IBS (imposto de competência compartilhada por estados e municípios) e da CBS (contribuição federal). Embora as alíquotas iniciais sejam simbólicas, as obrigações acessórias serão plenas. Ou seja, toda a parte burocrática/operacional do novo sistema passará a valer integralmente: emissão, escrituração, reporte e conciliações no novo padrão. Para o transporte rodoviário interestadual de passageiros, isso significa uma mudança de infraestrutura, não apenas mais um imposto. Será o ano de estressar o sistema, os processos e a governança. Empresas regulares terão mais uma arma contra operação irregular/clandestina, que historicamente posterga obrigações e cria assimetrias competitivas. A lógica do IBS/CBS é data-driven, transforma dados confiáveis em decisões. O cruzamento de dados entre emissão, bilhetagem, meios de pagamento, benefícios setoriais e cadastros passarão a ser rotineiros. Quem emite e registra deixa trilha; quem não emite, ficará exposto. E para quem desconfia da capacidade do Estado de fiscalizar, vale um alerta: quando o assunto é arrecadação, ele enxerga e muito bem. O IBS/CBS aumenta a transparência. Para o transporte regular, abre espaço de eficiência e previsibilidade. Para o clandestino, estreita o caminho: sem nota não há lastro; sem lastro não há crédito. Bem se sabe que parte dos irregulares tentará empurrar as novas exigências mais para frente. Contudo, quanto mais os pagamentos migram para canais digitais e plataformas, mais rastros deixam — e mais simples ficará mapear volume sem nota. As incongruências entre bilhetagem, meios de pagamento e fiscal tendem a aparecer com mais clareza nos cruzamentos. O novo modelo embute outro custo oculto. Sem créditos tributários e sob risco crescente de autuação e apreensão, o modelo irregular torna-se inviável no médio prazo. Compliance regulatório estará integrado ao fiscal Dentro desse novo cenário, sincronizar segurança, itinerários, gratuidades e frota aos registros IBS/CBS será mandatório. O que está fora da norma não entra no faturamento — e não vira crédito. A estreia de IBS e CBS não é um detalhe. É um ponto de inflexão que vai separar a competição por produtividade e serviço da competição por atalhos. Para as empresas regulares, a resposta está em tecnologia, processos e na cadeia de custódia (evidências rastreáveis). Para o clandestino, o funil aperta na mesma proporção em que sobe a visibilidade dos dados. A reforma tributária, ao acender as luzes do sistema, oferece ao transporte regular a chance de virar a página, com transparência e respeito ao passageiro. Clique aqui para ver artigo
Saiu na mídia: A assimetria na adoção da tarifa zero
O artigo no site JOTA, assinado pela conselheira da Abrati, Letícia Pineschi, discute os desafios e riscos da adoção da tarifa zero sem planejamento, destacando a importância de modelos sustentáveis para garantir qualidade e eficiência no transporte coletivo. Por: Leticia Pineschi Kitagawa A diferença de tratamento da política de tarifa zero entre o transporte interestadual e o urbano Desde que os direitos sociais passaram a ser preocupação da civilização, o direito de ir e vir se consolidou como princípio de cidadania plena e sua consequência foi a instituição dos transportes públicos, para que fossem acessíveis a todas as camadas sociais. A mobilidade não é um luxo, é um direito que em nosso país foi colocado como cláusula pétrea da Constituição Federal, nossa Lei Maior. CLIQUE AQUI E LEIA O ARTIGO COMPLETO
Abrati participa do 1º ClickBus Academy e destaca oportunidades do novo marco regulatório do transporte rodoviário
Na última terça-feira (24), a Abrati participou do 1º ClickBus Academy, evento promovido pela ClickBus em São Paulo, que reuniu cerca de 300 líderes e especialistas do setor rodoviário de passageiros para debater o impacto da inteligência artificial (IA), da cultura da inovação e da excelência operacional nas viagens de ônibus. O encontro abordou temas como gestão de frotas, precificação, estratégia digital e uso de dados com IA, além de apresentar soluções voltadas à inclusão social, como a integração da plataforma ao programa ID Jovem, garantindo gratuidade em viagens para jovens de baixa renda. Representando a Abrati, a conselheira Letícia Pineschi participou do painel “As oportunidades trazidas pelo novo marco regulatório dos transportes”. Em sua fala, ressaltou que a Lei nº 12.996/2014 trouxe uma base legal o serviço regular interestadual de passageiros migrar para o modelo de autorização conferindo a ele liberdade tarifária, de itinerário e de frequência. Segundo ela, agora com o novo marco regulatório desse modelo de outorga, foi conquistada a segurança jurídica, com critérios objetivos de entrada e permanência que permitem planejamento de longo prazo; concorrência justa, com igualdade de obrigações entre operadores e fiscalização contra clandestinidade e dumping, práticas predatórias. Também frisou que as ferramentas tecnológicas podem colaborar oferecendo transparência e confiança, por meio de soluções digitais simples, como protocolos/IDs únicos para registrar cada viagem inteiramente e com aferição de indicadores claros de serviço (segurança, pontualidade, atendimento e acessibilidade). “Com regra clara, medição simples e jogo limpo, o passageiro ganha hoje e o setor ganha futuro”, destacou Letícia. “No conjunto, cai o risco, destrava CAPEX (renovação de frota, terminais, treinamento) e sobe a régua do setor. Regra clara, dado simples e serviço melhor: é assim que o passageiro sente a diferença e o investidor volta a acreditar”, finalizou. A participação da Abrati reforça o compromisso da entidade em promover um transporte rodoviário moderno, competitivo e inovador, em sintonia com as transformações tecnológicas e regulatórias que estão moldando o futuro da mobilidade no Brasil.
COMUNICADO SUPAS Nº 38, DE 23 DE SETEMBRO DE 2025 – SUPAS – ABERTURA DE JANELA EXTRAORDINÁRIA Nº 1/2024
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Cinco associadas no Prêmio Reclame Aqui 2025
Empresas do transporte rodoviário são finalistas de uma das maiores premiações de reputação e atendimento do país O transporte rodoviário de passageiros mais uma vez mostra sua relevância no cenário nacional de atendimento e reputação de marca. Cinco empresas associadas foram confirmadas como indicadas ao Prêmio Reclame Aqui 2025, um dos reconhecimentos mais importantes do país quando o assunto é qualidade de atendimento pós-venda e relação com o consumidor. A premiação completa 15 anos de história e é, hoje, um dos selos mais respeitados de confiança, avaliando critérios como tempo de resposta, índice de solução de problemas e satisfação do cliente. Apenas as empresas com melhores índices de reputação avançam à votação popular, que acontece entre 1/9 e 7/11. Neste ano, nossas associadas marcam presença na categoria Transporte Rodoviário – Grandes Operações: estão entre as finalistas Cometa, Águia Branca, Gontijo e a Guanabara, reafirmando a força do setor na prestação de serviços em larga escala. A Guanabara chega à sua segunda indicação consecutiva (2024 e 2025). A Cometa, do grupo JCA, também já conquistou reconhecimento no prêmio, tendo sido vencedora da edição de 2023 pelo terceiro ano seguido. Já a Gontijo e a Águia Branca figuram entre as finalistas em 2025, reforçando o compromisso do setor com qualidade e confiança. A Expresso União também aparece como finalista na categoria Transporte Rodoviário. A presença das nossas cinco associadas no Prêmio Reclame Aqui 2025 comprova o empenho do setor rodoviário em manter um padrão de excelência no atendimento e no relacionamento com seus clientes, reforçando que viajar de ônibus é também sinônimo de confiança, acessibilidade e cuidado com o passageiro.
Saiu na mídia – Com bilhete aéreo mais caro, viajantes de negócios buscam ônibus como alternativa (ESTADÃO ON-LINE)
Com o aumento das tarifas aéreas, o transporte rodoviário vem conquistando espaço nas viagens corporativas de curta e média distância. Na matéria do Estadão, nossa conselheira Letícia Pineschi fala sobre como o setor tem se adaptado para atender esse novo perfil de viajante, com investimentos de R$ 7 bilhões em melhorias. Leia mais abaixo: ESTADÃO ONLINE – SP Transporte rodoviário vira escolha em percursos de curta e média distância, nos quais passagens de avião podem chegar a custar quase 50 vezes mais O uso de ônibus nas viagens de negócios cresceu. No primeiro semestre deste ano, segundo levantamento da Associação Brasileira das Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), o faturamento proveniente da emissão de passagens rodoviárias teve aumento de quase 15% em relação ao mesmo período em 2024. Essa opção de viajar por terra tem sido uma alternativa em percursos de até 500 quilômetros. “A passagem aérea ficou mais cara, assim como a hospedagem e a locação de veículos. Toda a cadeia de fornecimento turística sofreu pressão alta de custos e insumos, o que aumentou o preço de tudo. Por isso percebemos esse comportamento, com o aumento das passagens aéreas, a tendência para o transporte rodoviário aumentou”, diz o diretor executivo da Abracorp, Douglas Fernandes Camargo. No levantamento, a tarifa média do bilhete aéreo corporativo foi de R$ 1,6 mil no primeiro semestre de 2025, sendo 6% maior do que no mesmo período do ano passado, quando era de R$ 1,5 mil. De acordo com a Associação Brasileira de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati), o ônibus vem sendo uma alternativa estratégica principalmente em percursos de curta e média distância. As rotas Brasília-Goiânia e João Pessoa-Fortaleza, por exemplo, já superaram o aéreo, informa a Abrati. Muitos viajantes corporativos também já fazem São Paulo-Rio de Janeiro de transporte rodoviário. “Uma viagem com até 500 quilômetros possui uma diferença de preço muito grande”, diz Letícia Pineschi, conselheira da Abrati. “Para se ter uma ideia, numa pesquisa, a passagem aérea de Brasília a Goiânia com três dias de antecedência estava na casa dos R$ 5,7 mil, enquanto a de ônibus dava R$ 120, ida e volta.” Ou seja, o bilhete de avião sairia quase 50 vezes o valor do rodoviário. Letícia conta que o interesse de viajantes corporativos tem acarretado em mudanças nas empresas para atender a esse perfil de público, tornando os ônibus mais atraentes, embora as viagens sejam mais longas. “O setor busca vantagens para minimizar esse tempo maior, como wifi, tomadas, poltronas-leito ou cama, manta, serviço de bordo e double deck, que muitas vezes comportam mais de uma classe de serviço, dividindo entre primeiro e segundo piso”, explica a conselheira da Abrati. Segundo ela, as empresas associadas investiram R$ 7 bilhões em melhorias. Em agosto de 2025, o Grupo JCA – composto pelas empresas 1001, Expresso do Sul e Catarinense – inaugurou um espaço ampliado e mais moderno para receber os viajantes na Rodoviária do Tietê, em São Paulo. Esse tipo de estrutura já estava disponível na Rodoviária do Rio desde o fim de 2024. A companhia transporta uma média de 1,3 milhão passageiros por ano, sendo a rota São Paulo-Rio de Janeiro uma de suas principais. Confira a reportagem completa aqui: https://www.estadao.com.br/viagem/com-bilhete-aereo-mais-caro-viajantes-de-negocios-buscam-onibus-como-alternativa/









