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Author name: Fernando Abrati

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Programa Motorista Top Ouro premia condutores da Águia Branca

A Viação Águia Branca premiou 542 motoristas na 26ª edição do Programa Motorista Top Ouro, encerrada em março, reconhecendo desempenho em segurança, eficiência e qualidade operacional ao longo de 2025. A iniciativa integra a estratégia de valorização de pessoas da companhia, que completa 80 anos de atuação. Entre os destaques, seis profissionais alcançaram o nível máximo, Motorista Diamante, enquanto outros dez foram reconhecidos pela condução econômica. Os critérios incluem segurança, cumprimento de padrões operacionais, qualidade no atendimento e eficiência no consumo. As premiações ocorreram em cidades como Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Governador Valadares (MG), Colatina (ES) e Vitória da Conquista (BA). “Em um setor que depende diretamente da atuação dos motoristas, iniciativas como o Top Ouro valorizam a profissão, incentivam boas práticas e contribuem para a redução de riscos na operação. O reconhecimento também amplia a eficiência e reforça o compromisso da Águia Branca com a segurança dos passageiros”, afirma Renato Tozzi, diretor de Operações.

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LAT.BUS 2026 dobra de tamanho e se consolida como principal hub de mobilidade

A Feira Latino-Americana do Transporte, a LAT.BUS 2026 acontece de 11 a 13 de agosto no São Paulo Expo e, nesta edição, praticamente dobra de tamanho. Com cerca de 35 mil m² de pavilhão e quase 45 mil m² considerando áreas externas, a feira pretende refletir a expansão do setor e a presença ampliada de fabricantes de chassis, carrocerias, componentes e soluções tecnológicas. A programação começa no dia 11, com coletiva e cerimônias oficiais de abertura da feira e do Seminário Nacional NTU, e nos dias seguintes, a agenda segue intensa, das 9h às 22h, com conteúdos técnicos, fóruns estratégicos e oportunidades de networking. Entre os destaques, a incorporação do evento Frotas Conectadas voltado à inovação e gestão de frotas, além de uma nova área dedicada à comercialização de ônibus seminovos, conectando operadores e compradores de diferentes segmentos, inclusive de outros países da América Latina. A feira também reúne entidades como Abrati, UITP e ANTP, além de fóruns de mobilidade urbana e transporte sustentável. O evento se consolida como plataforma estratégica para geração de negócios, atualização profissional e discussão de tendências. As inscrições estão abertas em: https://tshop.proevento.com.br/Cadastro.

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Mercedes-Benz lança pacote para rodoviários com foco em economia, segurança e gestão de frota

A Mercedes-Benz do Brasil anunciou no dia 16 de abril, uma atualização importante na linha de chassis rodoviários O 500 e no sistema de gestão de frotas FleetBus, mirando um ponto central para as empresas do setor: operar melhor, gastando menos. Na prática, as mudanças chegam em um momento em que o transporte rodoviário regular enfrenta pressão de custos, em especial com o diesel, e precisa ganhar eficiência sem perder qualidade de serviço. A nova configuração do O 500 Rodoviário se destaca ao permitir até 6% de economia de combustível, um impacto direto no caixa das empresas ao longo do mês. Os modelos O 500 RS, RSD e RSDD também evoluíram: as melhorias ajudam a tornar a condução mais suave para o motorista e aumentam a capacidade de carga do veículo. Em outras palavras, ônibus mais tempo rodando e menos tempo parados, o que significa mais produtividade. Outro ponto que ganha força é a segurança. Nos modelos mais potentes, de 450 cavalos, itens que antes eram opcionais passam a vir de série, como sistemas que ajudam a evitar colisões, manter o veículo na faixa e monitorar pontos cegos. Para empresas que operam médias e longas distâncias, isso representa não só mais proteção, mas também redução de riscos e custos com incidentes. Já o FleetBus reforça uma tendência que vem crescendo no setor: o uso de dados para gerir melhor a frota. Com cerca de 1.600 veículos conectados, o sistema permite acompanhar em tempo real como cada ônibus está rodando, identificar falhas e entender o comportamento dos motoristas, o que ajuda a economizar combustível, evitar quebras e planejar melhor a manutenção. Ao integrar essas soluções diretamente nos novos chassis, a Mercedes-Benz sinaliza um movimento claro do mercado: o diferencial competitivo das empresas rodoviárias passa cada vez mais pela gestão eficiente, pela tecnologia embarcada e pela capacidade de tomar decisão com base em dados e não somente pela operação em si.

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O setor de transporte de passageiros no Brasil passou por transformações profundas nas últimas cinco décadas, acompanhando mudanças econômicas, tecnológicas, sociais, demográficas e regulatórias. Este registro que faço por ocasião de minha retirada da cena transportista, busca apresentar os principais aspectos temporais, estruturais e operacionais que moldaram o transporte coletivo de passageiros no país desde meados da década de 1980 até os dias atuais. O início da minha atividade profissional foi despretensioso, quase casual. Não havia grandes planos, metas bem definidas ou a sensação de estar começando algo importante. Era apenas uma oportunidade aceita mais pela necessidade do que por vocação, um primeiro passo dado sem muita consciência do caminho que se abriria adiante. Nos primeiros dias, tudo parecia previsível: tarefas repetitivas, aprendizado básico e a insegurança típica de quem ainda observa mais do que age. Assim foi minha chegada ao TRIP, pela Viação Itapemirim, no início dos anos 1970, quando já cursava a Faculdade de Direito. Com o tempo, porém, vieram as surpresas. Pequenas responsabilidades se transformaram em desafios reais, e situações inesperadas exigiram decisões rápidas, criatividade e coragem. Pessoas que antes eram apenas colegas tornaram-se referências, mentores, subordinados e até amigos. Descobri habilidades que não sabia possuir e interesses que jamais havia considerado. O que começou quase por acaso passou a fazer sentido, moldando não só minha trajetória profissional, mas também minha forma de ver o trabalho e a mim mesmo. Hoje, ao olhar para trás, percebo que aquele começo simples foi essencial. Foi justamente a falta de expectativas que abriu espaço para o aprendizado genuíno e para as surpresas que deram significado à experiência. O que parecia apenas um início qualquer acabou se tornando um ponto de virada. Desse período devo reconhecer e agradecer dirigentes e companheiros do Grupo Itapemirim, maior escola que tive, mesmo tendo frequentado bons institutos de ensino. Ao longo da trajetória profissional, a evolução da carreira foi marcada por aprendizado contínuo, adaptação a novos desafios e desenvolvimento progressivo de competências técnicas e comportamentais. O início da carreira foi caracterizado pela busca de conhecimento prático, compreensão dos processos organizacionais e construção de uma base sólida de responsabilidade, ética e comprometimento com resultados. Nos primeiros anos, as experiências estiveram voltadas principalmente à execução de tarefas operacionais, permitindo o domínio das rotinas da função e o desenvolvimento de habilidades fundamentais, como organização, comunicação, trabalho em equipe e resolução de problemas. Esse período foi essencial para compreender a importância da qualidade, do cumprimento de prazos e do alinhamento com os objetivos da organização. Foi também o de saber aproveitar as oportunidades que, por mais desafiadoras, nunca as reneguei. Com o passar do tempo, surgiram espaços para assumir maiores responsabilidades, participar de projetos mais complexos e contribuir de forma mais estratégica. Essa fase foi marcada pelo aprimoramento técnico, pela busca de capacitação profissional e pelo fortalecimento da autonomia na tomada de decisões. A vivência em diferentes contextos e desafios possibilitou uma visão mais ampla dos negócios e maior capacidade de análise crítica. O intercâmbio com congêneres nacionais e estrangeiras foi muito importante para atingir a visão globalizada do segmento, com suas virtudes e mazelas. A maturidade profissional trouxe também o desenvolvimento de competências comportamentais, como liderança, proatividade, representatividade, flexibilidade e gestão de pessoas ou processos, quando aplicável. A atuação passou a ser orientada não apenas pela execução, mas também pela melhoria contínua, inovação e colaboração com colegas e gestores, visando resultados sustentáveis e alinhados às metas organizacionais, além da intensa interação setorial onde se alcança a visão holística do que se tem como foco. A Direção de Entidades de Classe em distintas atividades econômicas me possibilitou ampliar o leque de conhecimento, atuação e coordenação administrativa, política e institucional, na representação dos interesses da categoria profissional, fatores que contribuíram muito na minha chegada à Direção Geral da Abrati, onde passei mais de duas décadas aprendendo e contribuindo com o setor de transporte no Brasil, além de participar também de organismos nacionais e internacionais que tratam dos temas de transporte no seu todo. O setor de transporte de passageiros no Brasil passou por transformações profundas nas últimas cinco décadas, acompanhando mudanças políticas, econômicas, tecnológicas, sociais, demográficas e regulatórias. Este registro que faço por ocasião de minha retirada da cena transportista, busca destacar alguns aspectos que penso ainda chegarão ao setor do transporte público em médio espaço de tempo, onde o modelo atual deverá evoluir para algo diferente, mais fluido e a ser ditado pelos anseios dos usuários, como aliás mudou de maneira expressiva desde o início dos anos 1970, quando iniciei na atividade e o atual estágio, então inimaginável. Isso também vai decorrer pelo próprio processo evolutivo dos gestores públicos e privados dos transportes, pela razão maior de sua natureza móvel, por óbvio antiestática. Nesses 50 anos todos os processos que envolvem o setor sofreram mudanças para melhor, daí não destaco nenhum deles como mais ou menos importante, mas todos em igualdade de relevância no contexto geral. Finalizo com uma queixa que vivenciei rotineiramente nos contatos com o setor público do transporte, onde são criados os processos de políticas, gestão e o que deveria ser a defesa inafastável do interesse dos usuários e onde exatamente isso deixa a desejar, ora por inação, ora por tolerância com o ilegal, ora por omissão mesmo e isso que afirmo está refletido nos níveis de ilegalidades que são praticadas no transporte regular de passageiros do Brasil, quando esse segmento que é essencial e indispensável a, pelo menos 75% da população e isso é a eles negado pelos gestores públicos, em que pese os esforços feitos pelos transportadores privados. De toda forma me resta dizer OBRIGADO POR FAZER PARTE DESSA HISTÓRIA. ==  José Luiz Santolin   ==

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O transporte rodoviário de passageiros em 2026: desafios, respostas e o papel da Abrati

Em conversa exclusiva, o presidente da Abrati faz um diagnóstico do setor para 2026, fala sobre prioridades estratégicas, inovação, regulação e a importância da mobilização organizada da indústria. Paulo Alencar Porto Lima é advogado e está à frente da entidade desde junho de 2022. Sua gestão tem sido marcada pela defesa institucional do setor rodoviário regular, com foco em segurança jurídica, modernização regulatória e valorização do modal. 1) Como o Sr. avalia o momento atual do transporte rodoviário de passageiros no Brasil neste início de 2026? Vejo um setor consistente e resistente, que vem se adaptando a desafios imensos, desde questões regulatórias até mudanças culturais e sociais. Os passageiros estão mais exigentes, embora sempre muito sensíveis a preço. Estamos vivendo um momento de transição regulatória e de maturidade competitiva. A concorrência, tanto regular quanto irregular, pressiona a necessidade de previsibilidade, eficiência operacional, inovação e fiscalização. 2) Quais são hoje os principais desafios enfrentados pelas empresas do setor – regulatórios, econômicos e operacionais? Eu resumiria em três grandes blocos. No campo regulatório e concorrencial, o principal ponto é a segurança jurídica para o operador regular e a isonomia de regras, sobretudo frente à informalidade, à clandestinidade e a modelos que tentam contornar o regime autorizado. Esse é um ponto recorrente do debate setorial. No aspecto econômico, enfrentamos juros elevados, custo de capital e pressão de insumos como combustível, pneus, peças, seguro, além de taxas e impostos que oneram um serviço cuja tarifa tem limites de elasticidade para o bolso do consumidor. Já no plano operacional, lidamos com infraestrutura rodoviária desigual, segurança viária, disponibilidade de mão de obra qualificada e necessidade de padronização de qualidade em uma frota cada vez mais ecológica, porque a sustentabilidade precisa caminhar de mãos dadas com a performance do equipamento. 3) A Abrati tem reforçado a importância da modernização do ambiente regulatório. Quais avanços são prioritários neste momento? Em nosso setor, a modernização precisa estar acompanhada de previsibilidade, transparência e foco no passageiro, sem perder a lógica de equilíbrio econômico-operacional do sistema. Neste momento, considero prioritária a consolidação e aplicação uniforme do novo marco regulatório do TRIP, com regras claras de sanções, medidas administrativas e proteção ao usuário, sem interferência judicial na atividade da ANTT. No entanto, é fundamental a fiscalização efetiva contra operações irregulares, à exemplo do clandestino e dos “atalhos” regulatórios, porque isso afeta segurança, arrecadação e a concorrência leal. Além disso, acredito que precisamos avançar em digitalização e dados: processos mais ágeis, integração de informações e uso inteligente de bases de monitoramento para orientar política pública e controle. 4) O custo da operação segue sendo uma preocupação. Que fatores mais pressionam o setor hoje e que caminhos podem ajudar a equilibrar essa conta? Os maiores vetores de pressão hoje são combustível, manutenção da frota, custo financeiro, principalmente para renovação e modernização. Também vale destacar, é claro, a qualificação da mão de obra, que anda escassa e requer muita capacitação. Em relação aos caminhos posso destacar a busca por eficiência operacional, com uso de telemetria, roteirização, manutenção preditiva e redução de ociosidade. Mas isso também passa por um ambiente jurídico estável, que incentive investimento de longo prazo, e por financiamento adequado para uma frota mais eficiente e segura, inclusive dentro da agenda de descarbonização, com linhas que façam sentido para o ciclo de vida do ônibus. O combate à informalidade é essencial nesse contexto já que ela distorce preços e puxa o mercado para baixo com risco mais alto. E precisamos investir na formação de profissionais, garantindo a continuidade do futuro do transporte. 5) A inovação tem ganhado espaço. Como o senhor vê a incorporação de novas tecnologias na operação e na relação com os passageiros? Eu vejo como extremamente positiva desde que venha com responsabilidade, não acrescente custos e tenha foco em segurança. Hoje, a tecnologia melhora a segurança, com monitoramento, telemetria, apoio à condução e gestão de fadiga; melhora a confiabilidade com pontualidade, comunicação com o passageiro e gestão de incidentes e melhora a experiência com Wi-Fi, entretenimento, assentos melhores, informação em tempo real e canais digitais. E há um ponto central importante: inovação não é só aplicativo. É processo, é governança, é padrão operacional. 6) A conectividade e a digitalização mudaram o perfil do passageiro. Como o setor tem se adaptado? O passageiro virou “multicanal”: ele pesquisa, compara, compra no digital e cobra atendimento rápido como padrão. O setor tem respondido com venda digital robusta, considerando as opções de compra pelo website e aplicativos, além do autoatendimento e da integração com pontos físicos. Também destaco, nesse cenário, a evolução da comunicação em tempo real sobre informações de embarque, atrasos, remarcação e pós-venda. Tudo isso alinhado à regras mais claras ao consumidor para reduzir atrito e judicialização, alinhadas ao marco regulatório que reforça direitos e previsibilidade. 7) O transporte rodoviário é fundamental para integrar o país e atender cidades fora dos grandes centros. Como a Abrati reforça esse papel? A associação tem reforçado esse papel de duas formas: narrativa e evidência. Na narrativa, lembrando que o ônibus é o modal que conecta o Brasil real, chegando onde outros modais não chegam com a mesma capilaridade. Na evidência, defendendo políticas que sustentem rede, frequência, segurança e qualidade, sem destruir o equilíbrio econômico do sistema. Além disso, atuamos para que a regulação e a fiscalização protejam quem de fato entrega serviço público regular e contínuo, especialmente em rotas essenciais para o interior. 8) Por que a união das empresas é ainda mais importante neste momento? Porque o desafio atual é sistêmico. Uma situação que envolve regulação, concorrência, infraestrutura, custo Brasil e mudança de comportamento do consumidor. Se cada empresa tratar isso isoladamente, perde força. A união dá consistência técnica para dialogar com o poder público e o regulador, capacidade de construir consenso em pautas estruturantes e força institucional para defender a isonomia e o passageiro. 9) Olhando para 2026, quais são as prioridades da Abrati junto ao poder público? Em 2026, eu colocaria como prioridades a implementação qualificada do marco regulatório, com segurança jurídica

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IJCA abre 150 vagas para reforço escolar e acesso a escolas de excelência no RJ

O Instituto Jelson da Costa Antunes (IJCA) está com inscrições abertas para o programa gratuito “Fortalecendo Trajetórias”, voltado à preparação de adolescentes de 13 a 16 anos, da rede pública para o ingresso em instituições de ensino médio de excelência. Ao todo, são oferecidas 150 vagas, nas modalidades presencial e remota. A oportunidade é para alunos matriculados em escolas públicas de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí. Para a modalidade online, é necessário ter acesso a computador, celular ou tablet com internet. As aulas de reforço em Língua Portuguesa e Matemática acontecem às terças e quintas-feiras, no período da tarde, das 14h às 17h. Já no formato presencial, os encontros são realizados nos turnos da manhã (8h às 11h30). Os jovens selecionados terão acesso gratuito a apostilas (digitais ou impressas), plataforma de aprendizagem (no caso do ensino remoto), acompanhamento social e pedagógico e orientação para processos seletivos de instituições como Colégio Pedro II, IFRJ, Faetec, Sistema S, IFF e Coluni. Também é oferecido auxílio passagem, lanche para turmas presenciais, uniforme, atividades extracurriculares, visitas pedagógicas, formatura e certificado de conclusão. As inscrições seguem abertas até 28 de abril ou até o preenchimento das vagas, e podem ser feitas pelo site Home – Instituto JCA ou pelas redes sociais do Instituto JCA (@instituto .jca).

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Saiu na mídia – CNN INFRA: STF reforça regras para transporte interestadual e trava avanço irregular

Corte valida marco regulatório e decisões ampliam disputa no setor de ônibus no país Movimentação de passageiros na rodoviária do Rio • Tomaz Silva/Agência Brasil – 30.dez.2022 O STF (Supremo Tribunal Federal) consolidou entendimento de que o fretamento do transporte rodoviário interestadual deve operar em circuito fechado – ou seja, sem venda individual de passagens -, em decisão que impacta diretamente a concorrência no setor. A medida busca fortalecer as regras estabelecidas pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e ocorre em meio a uma série de disputas judiciais e administrativas envolvendo empresas regulares e operadores de fretamento. Para ler a matéria completa, clique aqui: https://www.cnnbrasil.com.br/infra/stf-reforca-regras-para-transporte-interestadual-e-trava-avanco-irregular/#goog_rewarded

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Viação Garcia oficializa cabine privativa em suas viagens

A Garcia oficializou o lançamento do serviço de “cabine privativa”, nova configuração que combina conforto e total privacidade ao passageiro. Após fase experimental com avaliação positiva, o serviço passa a integrar o portfólio da empresa. A novidade já opera na linha Maringá–Rio de Janeiro, com saídas diárias e está disponível em viagens com origem em Maringá e Londrina para São José dos Campos, Aparecida e Rio de Janeiro. Desenvolvida em parceria com a Marcopolo, a cabine conta com poltrona cama com reclinação de 180° em ambiente fechado no salão. A estrutura inclui monitor individual, mesa retrátil, entradas USB e tomada, iluminação e ar-condicionado com controle individual, além de serviço de bordo com manta, travesseiro e kit lanche com bebidas e snacks. “Serviços premium com máximo conforto e privacidade ao passageiro são uma tendência irreversível do setor. Investimos permanentemente em inovações que ofereçam soluções como esta para nossos clientes e essa novidade tem potencial para se tornar referência no segmento”, afirma o vice-presidente Estefano Boiko Junior. Para marcar a implantação definitiva, a empresa aproveitou o dia 1º de abril com o mote “É tão bom que nem parece verdade”. Renata, cliente assídua, classificou a viagem como “ímpar” e destacou “A privacidade é um grande diferencial, o ambiente individual proporciona uma sensação de segurança que faz toda a diferença, principalmente em trajetos mais longos”. Leia mais matérias na News/105:

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Hub de mobilidade é lançado pela Ouro e Prata, Marcopolo Next e Rodosoft

As áreas de inovação do Grupo Ouro e Prata, da Marcopolo Next e da Rodosoft Tecnologia anunciaram o lançamento do Hub de Inovação e(m) Mobilidade, em Porto Alegre. Com início das atividades previsto para este mês de Abril, o espaço funcionará em área anexa ao Instituto Caldeira e será voltado ao desenvolvimento colaborativo de soluções para o setor. A proposta surge diante de desafios cada vez mais complexos na mobilidade, que exigem atuação integrada entre diferentes frentes do setor. A união entre operação, indústria e tecnologia busca ampliar a capacidade de resposta das empresas e acompanhar as transformações do transporte. Na prática, o hub será um ambiente de troca e desenvolvimento de projetos, com foco em eficiência operacional, experiência do usuário, integração tecnológica e sustentabilidade. A proximidade com o Instituto Caldeira também deve facilitar a conexão com startups e novas soluções voltadas à mobilidade.

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