Abrati

Author name: Fernando Abrati

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Abrati é finalista do Prêmio CNT de Jornalismo 2025

Reconhecimento destaca o trabalho da Abrati na produção de conteúdo qualificado sobre sustentabilidade e inovação no transporte rodoviário. A Abrati está entre os finalistas do Prêmio CNT de Jornalismo 2025, na categoria Comunicação Setorial, voltada a publicações de entidades representativas do setor de transporte. A indicação reconhece o trabalho da Abrati na divulgação de temas relevantes sobre o transporte rodoviário de passageiros e na promoção de um debate qualificado sobre mobilidade e políticas públicas para o setor. A reportagem “O Desafio da Descarbonização”, publicada na edição de junho de 2025 da Revista Abrati, escrita pela jornalista e editora Beatriz Lima, aborda os avanços e desafios do transporte rodoviário regular de passageiros na transição para uma mobilidade de baixo carbono, destacando investimentos em novas tecnologias, renovação de frota e soluções sustentáveis lideradas por montadoras e encarroçadoras. “É uma enorme alegria estarmos entre os finalistas desse prêmio tão importante para o setor de transportes. A indicação é um reconhecimento ao trabalho dedicado da nossa equipe, que se empenha em produzir conteúdo de qualidade e relevância para todo o segmento”, destaca Paulo Porto, presidente da Abrati.O resultado do prêmio será divulgado no início de novembro. Leia a reportagem: O desafio da descarbonização. Clique aqui.

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Saiu na mídia: Como a reforma tributária pode ajudar na luta contra o transporte clandestino

No artigo assinado pela conselheira da Abrati, Letícia Pineschi, publicado no site JOTA, você confere como a reforma tributária pode ser uma aliada no combate ao transporte clandestino e no fortalecimento das empresas regulares do setor. Por que o ‘ano-teste’ exige ação imediata das empresas regulares e aperta o cerco sobre a informalidade Em janeiro de 2026 entrarão em vigor as etapas inaugurais da reforma tributária do consumo, com a estreia operacional do IBS (imposto de competência compartilhada por estados e municípios) e da CBS (contribuição federal). Embora as alíquotas iniciais sejam simbólicas, as obrigações acessórias serão plenas. Ou seja, toda a parte burocrática/operacional do novo sistema passará a valer integralmente: emissão, escrituração, reporte e conciliações no novo padrão. Para o transporte rodoviário interestadual de passageiros, isso significa uma mudança de infraestrutura, não apenas mais um imposto. Será o ano de estressar o sistema, os processos e a governança. Empresas regulares terão mais uma arma contra operação irregular/clandestina, que historicamente posterga obrigações e cria assimetrias competitivas. A lógica do IBS/CBS é data-driven, transforma dados confiáveis em decisões. O cruzamento de dados entre emissão, bilhetagem, meios de pagamento, benefícios setoriais e cadastros passarão a ser rotineiros. Quem emite e registra deixa trilha; quem não emite, ficará exposto. E para quem desconfia da capacidade do Estado de fiscalizar, vale um alerta: quando o assunto é arrecadação, ele enxerga e muito bem. O IBS/CBS aumenta a transparência. Para o transporte regular, abre espaço de eficiência e previsibilidade. Para o clandestino, estreita o caminho: sem nota não há lastro; sem lastro não há crédito. Bem se sabe que parte dos irregulares tentará empurrar as novas exigências mais para frente. Contudo, quanto mais os pagamentos migram para canais digitais e plataformas, mais rastros deixam — e mais simples ficará mapear volume sem nota. As incongruências entre bilhetagem, meios de pagamento e fiscal tendem a aparecer com mais clareza nos cruzamentos. O novo modelo embute outro custo oculto. Sem créditos tributários e sob risco crescente de autuação e apreensão, o modelo irregular torna-se inviável no médio prazo. Compliance regulatório estará integrado ao fiscal Dentro desse novo cenário, sincronizar segurança, itinerários, gratuidades e frota aos registros IBS/CBS será mandatório. O que está fora da norma não entra no faturamento — e não vira crédito. A estreia de IBS e CBS não é um detalhe. É um ponto de inflexão que vai separar a competição por produtividade e serviço da competição por atalhos. Para as empresas regulares, a resposta está em tecnologia, processos e na cadeia de custódia (evidências rastreáveis). Para o clandestino, o funil aperta na mesma proporção em que sobe a visibilidade dos dados. A reforma tributária, ao acender as luzes do sistema, oferece ao transporte regular a chance de virar a página, com transparência e respeito ao passageiro. Clique aqui para ver artigo

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Saiu na mídia: A assimetria na adoção da tarifa zero

O artigo no site JOTA, assinado pela conselheira da Abrati, Letícia Pineschi, discute os desafios e riscos da adoção da tarifa zero sem planejamento, destacando a importância de modelos sustentáveis para garantir qualidade e eficiência no transporte coletivo. Por: Leticia Pineschi Kitagawa   A diferença de tratamento da política de tarifa zero entre o transporte interestadual e o urbano Desde que os direitos sociais passaram a ser preocupação da civilização, o direito de ir e vir se consolidou como princípio de cidadania plena e sua consequência foi a instituição dos transportes públicos, para que fossem acessíveis a todas as camadas sociais. A mobilidade não é um luxo, é um direito que em nosso país foi colocado como cláusula pétrea da Constituição Federal, nossa Lei Maior. CLIQUE AQUI E LEIA O ARTIGO COMPLETO

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Abrati participa do 1º ClickBus Academy e destaca oportunidades do novo marco regulatório do transporte rodoviário

Na última terça-feira (24), a Abrati participou do 1º ClickBus Academy, evento promovido pela ClickBus em São Paulo, que reuniu cerca de 300 líderes e especialistas do setor rodoviário de passageiros para debater o impacto da inteligência artificial (IA), da cultura da inovação e da excelência operacional nas viagens de ônibus. O encontro abordou temas como gestão de frotas, precificação, estratégia digital e uso de dados com IA, além de apresentar soluções voltadas à inclusão social, como a integração da plataforma ao programa ID Jovem, garantindo gratuidade em viagens para jovens de baixa renda. Representando a Abrati, a conselheira Letícia Pineschi participou do painel “As oportunidades trazidas pelo novo marco regulatório dos transportes”. Em sua fala, ressaltou que a Lei nº 12.996/2014 trouxe uma base legal o serviço regular interestadual de passageiros migrar para o modelo de autorização conferindo a ele liberdade tarifária, de itinerário e de frequência. Segundo ela, agora com o novo marco regulatório desse modelo de outorga, foi conquistada a segurança jurídica, com critérios objetivos de entrada e permanência que permitem planejamento de longo prazo; concorrência justa, com igualdade de obrigações entre operadores e fiscalização contra clandestinidade e dumping, práticas predatórias. Também frisou que as ferramentas tecnológicas podem colaborar oferecendo transparência e confiança, por meio de soluções digitais simples, como protocolos/IDs únicos para registrar cada viagem inteiramente e com aferição de indicadores claros de serviço (segurança, pontualidade, atendimento e acessibilidade). “Com regra clara, medição simples e jogo limpo, o passageiro ganha hoje e o setor ganha futuro”, destacou Letícia. “No conjunto, cai o risco, destrava CAPEX (renovação de frota, terminais, treinamento) e sobe a régua do setor. Regra clara, dado simples e serviço melhor: é assim que o passageiro sente a diferença e o investidor volta a acreditar”, finalizou. A participação da Abrati reforça o compromisso da entidade em promover um transporte rodoviário moderno, competitivo e inovador, em sintonia com as transformações tecnológicas e regulatórias que estão moldando o futuro da mobilidade no Brasil.    

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Cinco associadas no Prêmio Reclame Aqui 2025

Empresas do transporte rodoviário são finalistas de uma das maiores premiações de reputação e atendimento do país O transporte rodoviário de passageiros mais uma vez mostra sua relevância no cenário nacional de atendimento e reputação de marca. Cinco empresas associadas foram confirmadas como indicadas ao Prêmio Reclame Aqui 2025, um dos reconhecimentos mais importantes do país quando o assunto é qualidade de atendimento pós-venda e relação com o consumidor. A premiação completa 15 anos de história e é, hoje, um dos selos mais respeitados de confiança, avaliando critérios como tempo de resposta, índice de solução de problemas e satisfação do cliente. Apenas as empresas com melhores índices de reputação avançam à votação popular, que acontece entre 1/9 e 7/11. Neste ano, nossas associadas marcam presença na categoria Transporte Rodoviário – Grandes Operações: estão entre as finalistas Cometa, Águia Branca, Gontijo e a Guanabara, reafirmando a força do setor na prestação de serviços em larga escala. A Guanabara chega à sua segunda indicação consecutiva (2024 e 2025). A Cometa, do grupo JCA, também já conquistou reconhecimento no prêmio, tendo sido vencedora da edição de 2023 pelo terceiro ano seguido. Já a Gontijo e a Águia Branca figuram entre as finalistas em 2025, reforçando o compromisso do setor com qualidade e confiança. A Expresso União também aparece como finalista na categoria Transporte Rodoviário. A presença das nossas cinco associadas no Prêmio Reclame Aqui 2025 comprova o empenho do setor rodoviário em manter um padrão de excelência no atendimento e no relacionamento com seus clientes, reforçando que viajar de ônibus é também sinônimo de confiança, acessibilidade e cuidado com o passageiro.

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